Outros Trabalhos de Tinchy Stryder
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"You're Not Alone"
Videoclipe da canção lançada em outubro de 2009
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"Never Leave You"
Vocais de apoio da cantora Amelle Berrabah
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"Number 1"
Primeira música de Tinchy a alcançar o topo das paradas
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"Take Me Back"
Videoclipe com participação de Taio Cruz
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"Stryderman"
Aqui estão as famosas camisetas de Tinchy Stryder
Um papo com Tinchy Stryder
The Creators Project: Como foi a primeira vez que você pisou numa rádio pirata?
Tinchy Stryder: Quando estávamos começando, a rádio pirata era importante para nós. Quando deixamos a estação de rádio, sentimos que tínhamos feito algo enorme, porque todo mundo que você fala e todo mundo do meu círculo ouve rádio. Tinham muitas rádios piratas, e estive em várias delas.
Todo mundo era do Bow. Tinha a Ruff Squad, antes de começarmos, Dizzee discotecava mais. Íamos pro clube dele. Slimzee e Pay As U Go eram da mesma área. Sempre víamos eles por ali dezíamos: “Aquele é o Slimzee, esse é o Major Race, ee esse é sei lá quem”. Era um grande lugar para estar naquele estágio. Então, eles foram influentes de certa forma. Agora tem um monte de coisas, como os blogs, Twitter, Facebook, Myspace. Um monte de sites onde as pessoas podem, de fato, ver você. É mais fácil entrar na roda hoje em dia.
De que maneira o Third Strike é diferente dos seus últimos dois discos?
Não fui para o estúdio planejando fazer algo muito distante do que já estava fazendo no meu último álbum, mas, naturalmente, ele veio assim. Estive aqui com o Ben, do TMS Productions, e eles entenderam o que eu faço. Eles trabalharam no meu último disco. Fizemos algumas faixas. Usei “Landing” na minha turnê, que foi a primeira faixa que tocou quando apareci. Tem um significado para mim. Sempre me asseguro de ser um dos que realmente escuta quando estou com os produtores. Sou cabeça aberta, ouço o que eles têm a dizer. E acho que essa é a melhor maneira para trabalhar.
Alguns de seus videoclipes receberam milhares de acessos no Youtube e outros sites desse tipo. Quanto eles são importantes para sua música?
Verdade, ter aqueles acessos todos foi insano. Quando fizemos os vídeos, nunca imaginamos que tanta gente fosse fassistir. Às vezes, sinto que nunca me canso e vou tocando tudo. Vou no fluxo. Mas quando paro e penso, é bem louco, é uma sensação doida. Acho que os vídeos são importantes porque, como artista e letrista, quando você está escrevendo tenta pintar imagens de suas palavras. Então quando existe um vídeo para acompanhar e as pessoas entendem o que estão escutando, faz a maior diferença.


